É somente pelo amor de transferência que o psicanalista opera em sua função:
"A transferência, em última instância, é o automatismo da repetição. [...] A transferência, por mais interpretada que seja, guarda em si mesma como que uma espécie de limite irredutível. [...] Na transferência, o sujeito fabrica, constrói alguma coisa. [...] Em outras palavras, parece-me impossível eliminar do fenômeno da transferência o fato de que ela se manisfesta na relação com alguém a quem se fala. Este fato é constitutivo."
LACAN, O seminário, Livro 8, a transferência, capítulo XII.
Espaço destinado ao compartilhamento dos artigos e escritos, que já foram publicados nos Jornais Observador e Folha de Pedro Leopoldo, entre outros espaços de publicação e comunicação. Trago também contribuições a partir de minha experiência clínica, estudos, discussões e formulações com pessoas interessadas no real da vida.
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
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